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07/01/2012

0 Aprender com o próximo

Olá queridos e amados amigos do MILTOX!
Hoje, novamente tratarei de um tema reflexivo, embora alguns possam achar chato, outros com certeza vão gostar, e isso é o que me interessa!
Falarei sobre mim, você, seus familiares, amigos, vizinhos, funcionários, sobre a moça da padaria ou mesmo aquele desconhecido que caminha na rua, enfim, sobre o PRÓXIMO (aquele que o Mestre dos Mestres disse: "Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo") e como podemos aprender e ensinar com sua presença.
O aprendizado é uma coisa sagrada e é justo que façamos nossa parte, sem que só a natureza lute. O próximo, em relação a nós, é um instrutor diário, mas nem sempre reconhecemos essa verdade. Ao sermos analisados por ele, julgamo-lo inconveniente. Ao sermos censurados por nossos companheiros, mesmo que eles tenham razão, ferimo-nos em nossos melindres, revidando os açoites merecidos, por nos sentirmos maltratados no orgulho enganoso.
O irmão de luta, que caminha conosco, enxerga melhor os nossos defeitos, sente os prejuízos causados por eles e nos aconselha de forma violenta. No entanto, essa é a melhor maneira de nos interessarmos mais pela corrigenda. Nenhum de nós evolui sem que o próximo participe da nossa disciplina. Eis porque, depois de amar a Deus sobre todas as coisas, fomos aconselhados a amar, em seguida, ao próximo, como a nós mesmos, por ser ele a senda de luz com aparência de trevas.
As aulas são sucessivas, por onde andamos. Se fugimos de algumas, por incapacidade de assimilação, caímos em outras que nos convidam ao recomeço. Cada alma irmã, que convive conosco, é nossa mestra. E a disciplina atuante, é a vigilância que não ficou esquecida. Jesus foi o próximo mais iluminado que se aproximou de nós, fazendo presentes todos os raios de sol para nos aquecer.
Aprender com o próximo é disciplinar a si mesmo. É desejar ao semelhante o bem, em quaisquer circunstância. É saber dominar a revolta que sentimos, esperar que o vulcão se acalme, é saber cultuvar a paz disciplinada pela natureza humana educada, que apreende com o próximo, um pouco da natureza divina que reina em toda a criação de Deus.

(inspiração: Horizontes da Mente (João Nunes Maia - Miramez
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8 Depressão pós-festa!


Hoje a noite promete, tudo vai ser bom, a balada vai ser inesquecível, você vai pegar "aquela" gata ou "aquele" cara que a seguidora sempre quis, beber com os amigos e dançar até torcer a camisa de suor... Alguém sempre tem algo parecido em mente na prévia do fim de semana e durante a "farra" no dia programado.
Mas porquê quando tudo acaba dá aquele vazio, aquela sensação de solidão, de querer mais, de que "falta algo"? Por quê sentir uma "ressaca moral" aparentemente sem explicação?
O ser humano possui três necessidades básicas: física, emocional e espiritual. Física - precisamos de alimento, repouso, enfim, cuidar de nosso corpo físico. Emocional - precisamos de amigos, afeto, carinho, pois, "nenhum homem é uma ilha". Espiritual - Jesus, disse certa vez que o "homem não vive só de pão" (Mat 4:4).
Toda vez que saía, quando voltava e deitava na minha cama dava até vontade de chorar! Percebi que estava faltando algo em mim ou alguém em minha vida! Que eu podia me acabar de dançar, rir para caramba, mas no fim sentia falta de um abraço com ternura, de uma mensagem de boa noite... Estar rodeado de gente não significa não estar sozinho. Aprendi a cultivar mais amizades, menos gente com mais qualidade.
Não quero dizer que ir para a "balada" é ruim, mas passamos a maior parte do tempo procurando futilidades, inutilidades e esquecemos de preencher nossa "bagagem" intelectual, moral, de conversar mais amigavelmente, conhecer novas idéias, pessoas, o que elas são e como elas pensa...
Essa sensação de "ressaca moral" pós-festa é um sintoma de depressão, que também tem seu risco. Tudo passa: os bons e os mals momentos e devemos estar sempre preparados para a diferença de rotinas, com a variação do nosso humor e ter essa consciência de que tudo é passageiro e não deixar a "bagagem moral" esvaziar, afinal, a diversão é efêmera e aquilo que cultivamos interiormente de forma útil é imortal.

(Milton Neiva Menezes)

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